quinta-feira, 21 de agosto de 2014

É tudo um grande teatro, pura ilusão.... Ninguém se importa.


Sei que é impossível, mas eu não consigo guardar mágoas...
Eu não consigo odiar ninguém!
Sempre foi assim, desde pequeno eu aprendi a deixa pra lá, me acostumei a aceitar, a seguir em frente, a esquecer. Eu tive que arranja uma maneira só minha pra lidar com tudo isso.. Me fiz de surdo, mudo, cego.... amei muito e mais um pouco todos que me pisaram.(irônico, não?).
Será que isso e um dom ou uma maldição?
? Será que um dia vou conseguir trata o próximo como ele me trata? Será que eu tenho mesmo que ser assim? Ás vezes me acho tão pouco, tem horas que me sinto só mas uma casca vazia.
Acho que sou louco, ou muito idiota .... talvez se alguém me interna em uma maldita clínica. Talvez me amarrando em uma cama de hospital e me dando algumas injeções eu aprenda a tratar os outros como eles me tratam... Como vou me sentir se agir assim?  Sera que vou está Feliz? Em paz? Bem? 
Não sei! Cansei de proteger,defender e não ser correspondido. cansei de sorrir, ser gentil. cansei de tolerar o intolerável..

Pablo Roberto 

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Entre uma xícara e outra de chá

Eles tomavam uma xícara de chá todas as noites enquanto falavam um com o outro ao celular, sabendo que não tinham hora para desligar, pois queriam ouvir e contar sobre os planos e ideias um do outro detalhadamente. Entre um gole e outro de chá, ele na frente de casa olhando a lua ouvia ela falar sobre seus medos e amores. Ela deitada sobre as roupas esquecidas em cima da cama, sonhando com imagens e jornadas que planejava entre uma xícara e outra de chá, mesmo sabendo que isso provavelmente não ira se concretizar.
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O fato é que aqueles dias passaram e a vida seguiu, nem me lembrava mais daquelas conversas, daqueles conselhos em noite tarde que passava falando com um amigo.

Pablo Roberto

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Segredos fazem parte da vida.


Será que alguém está preparado para saber tudo aquilo que você tem de pior? Será que se ela soubesse de tudo ainda assim continuaria te vendo como os mesmo olhos? Sinceridade, a verdade afasta as pessoas essa é a verdade. E ai entra o medo de se arrepender de alguma palavra. O medo que vem de coisas ditas com outras pessoas em outros cenários, de outros momentos. Acho que ser muito sincero é ruim, podemos assustar as pessoas, e ninguém está pronto pra saber toda a verdade. A certas coisas que não podem ser reveladas para qualquer pessoa. Que se reveladas podem ser pior que continuar guardando conosco.



Pablo roberto 

segunda-feira, 16 de junho de 2014

As pessoas estão ocupadas demais vivendo na frieza e na futilidade do mundo

O mundo se tornou um lugar comum, no vestir, no sentir, no ouvir, no falar, no pensar, no ler, no ser. Eu começo a pensar que, sou espécie rara, que estou em extinção..... não consigo conviver com qualquer um, será que a mas alguém capaz de ver outras formas? De olhar as cores do céu? De corre na chuva? De saborear a vida? De correr no caos, e mesmo assim agradecer cada momento? Ninguém conversa mais. Ninguém se senta à mesa pra almoçar e jantar junto e contar como foi o dia. Esse mundo ta cheio de pessoas vazias preocupadíssimas com dinheiro. preocupadíssimas em julgar sem ao menos olhar para dentro de si mesma. Este mundo esta cheio de “bons dias” falsos. Este mundo esta cheio de lixos, alguém poderia fazer uma faxina.
Pablo Roberto



sexta-feira, 6 de junho de 2014

Essa fome que tenho de voçe não quer acabar. Seja minha fruta, crua. seja devorada por inteira, de uma só vez, em uma só mordida.

Quero sentir meus lábios te tomando devagar. Eu farei valer a pena. Farei dos seus desejos breves segundos de prazer, então me beija com aquela mesma fome de ante. Me deixa ser o homem que irá saciar seus desejos. Num dia, um. Noutro dia outro. Então vêm sem pudor, coloca pra fora toda as suas fantasias e sonhos. Me busque. Te quero não só pra matar minha sede de você, mas para acalmar seus medos, te esquentar nas noites de frio e passar horas da noite apenas te vendo dormir. 

Pablo Roberto

segunda-feira, 2 de junho de 2014

"The End" ''Adeus"

Pra ser sincero, nunca gostei de final nenhum. Nunca gostei de lê a última página do livro, e sempre odiei o "The End" no  final do filme. É difícil me desapegar quando já estou completamente apegado, coloca final, pra mim e mais difícil do que seguir em frente... ainda mais quando não quero desistir de alguém ou de algo. Você deve ta pensando: Esse cara tem um problema serio com finais! mas, "quem não tem?" Não se esquecer de repente. É preciso dar tempo ao tempo e esquecer devagar. Mas como, senhores, COMO, é que se esquece?


Pablo Roberto

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Tomei um gole de chá na esperança de me acalmar, olhei para o relógio e soprei tentando esfriar a cabeça, fiquei olhando praquela xícara e acabei deixando lembranças passarem pelos meus olhos. Me ver naquelas imagens de coisas que não vivi e que pareceram tão real, foi como uma surra num sábado anoite..

Sabe quando da aquele nó no peito? E você olha para o lado e não tem ninguém para conversar, ou quando tem mas as palavras prendem-se em sua garganta, e você só consegue dizer: nada não deixa para lá. Quando estou assim tomo um chá, e como uma válvula de escape que eu uso quando não dá mais para aguentar. E aqui estou eu, pensando em quando foi que as coisas ficarão tão difíceis?.... ¿E só manter a calma e respira fundo, que tudo vai dar certo? ¿Será mesmo?afinal até onde vale a pena insistir nisso tudo?.. Eu tô desmoronando cara. Todas estas feridas se tornarão uma só cicatriz, sem importância aos olhos dos outros. Até tento assopra  tudo isso, mas a sensação de esta sozinho não me larga. Me sinto tão frágil, queria me debruçar em alguém, e não em alguma xícara de chá, mas e sempre o chá e a xícara que estão aqui para me apoiar nas horas de sofrimento.... Está difícil confiar nas pessoas, pedir ajuda, até porquê ninguém tá nem ai.... É acabo me fechando cada vez mais, e como se meus problemas tivessem achado o caminha até minha xícara de chá de camomila sem açúcar. Seria tão fácil se tudo  isso se resolvessem com dinheiro. Eu daria um jeito cara, eu trabalharia dobrado, faria um empréstimo, venderia até a alma!Ok, ok… Vender a alma foi de mais. O fato e que eu to cansado, minha alma está esgotada. acharam o caminha até minha xícara de chá... droga...não quero mas beber esse chá frio. Acho que vou até o banheiro vomitar.


Pablo Roberto

sábado, 10 de maio de 2014

Eu queria ser a pessoa que meu cão faz parecer que eu sou.


Pode parecer cedo pensar nessas coisas, mas eu vivo com a constante sensação de esta sempre sozinho. É como se até eu mesmo estivesse me abandonando. Acho que estou cansando de mim, estou cansando de toda essa chatice que eu me torno às vezes, estou cansando de prometer que tudo vai ficar bem sempre que eu acordo. Os dias são sempre iguais, sempre as mesmas coisas, as mesmas sequências, os mesmos rostos cansados. Sinto que falta algo. Falta o que eu sei que existe mas que ainda não tive o prazer de experimentar. E como se eu tivesse um imã que funcionasse ao contrario, ao invés de atrair afasta as coisas boas. E como se eu tivesse piscado e tudo tivesse passado de uma vez, passado e eu nem notei. O que mais me incomoda é saber que eu já fui melhor do que sou agora. (sinto que falta alguma coisa, de certa forma me sinto incompleto.) Já tive motivos pra rir o tempo todo, ou nem tinha tantos motivos assim, mas estava sempre rindo, não ficava me sentindo assim meio deixado de lado. Quando volto para casa parece que um peso enorme cai sobre minhas costas. Alguém tire isso de dentro de mim por favor. Talvez seja só depressão. Todo mundo tem depressão. Talvez eu deva toma um remédio, vai que eu me sinta melhor? Melhor não, eles não fazem nem cocegas em meus sintomas. Não sei ao certo se o meu estado de espírito condiz com este sorriso falso. É patético, eu sei. Eu só queria ser essa pessoa que meu cachorro faz parecer que eu sou.


Pablo Roberto

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Quero vê-la, sem receios!

Fazer o que? Se te quero mais. Se meus lábios desejam beijar mais uma vez, sua pele quente. Se tenho você gravada no subconsciente. Se tudo neste quarto me lembra teu compasso, tua pele, teu cheiro, tua língua, teu jeito. Fazer o que? Se fecho os olhos, e por um momento, meu minhas mãos percorrem teu corpo, sem pressa, aos poucos. Fazer o que? Se te amo, porque te amo? Te amo apenas, por que te amo! Sem explicações sem motivos sem porquês. E aqui vou te esperar, e jamais desistirei. Porquê sei como é lindo, este amor que flui de nos! 

Pablo Roberto

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Ela e tão viciante quanto a heroína, menos prejudicial do que o álcool, mas, ainda assim, esta te causa problemas.

Mesmo não acreditando também tenho um coração, também tenho sentimentos. Não sou esta pessoa que você me julga ser, eu fui sincero com você, e mesmo assim acreditou no que não deveria ter acreditado. E agora me machuca com suas palavras, fazendo-me senti inútil e fraco. Cansei de ser tratado com desdém. Cansei de ganhar apenas migalhas, sussurros é palavras perdidas. Cansei de morrer aos poucos por você. Suas palavras salgadas desbotam nossas foto. Sera que todos os nossos momentos felizes, todas as nossas mordidas na orelha, sussurros e arrepios molhados vão passar? O tempo começa a correr, se transformando em contagem regressiva. O dia segue assim, entre pequenas frustrações ridículas, fruto de coisas que ficaram. Já percebeu que algumas coisas só acontecem para nós dois? O nosso amor esfriou, meu bem?


Pablo Roberto

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Quando eu pular as pessoas não vão mais se lembrar de mim. Mas irão se lembrar dos meus textos. De alguns pelo mesmo.

Ele caminha em paços lentos até a beira do telhado, enquanto pensa em se jogar. Pará e volta atrás, faz uma prece uma única prece. Ele quis um abraço. Um ultimo abraço antes de pular, mas só o que vê e uma plateia lá embaixo, esperando que ele pule.
Ele senta próximo a beira do telhado e Resmunga para si mesmo.
-Quem me vê sentado aqui olhando para baixo nem imagina a situação que me levou a estar aqui.  Esse é o problema. Ninguém quer sabe nada, mas ficam la embaixo de prontidão em pé para apontar e julgar. Mas a culpa e minha sabe. Eu senti mais do que podia aguentar.
-Meu Deus, estou farto de me sentir tão pesado, tão vazio, tão inútil, tão estúpido, tão cansado de tanto errar, de tanto sofrer e de tanto me culpar.
Ele volta pra beira do telhado e recua.
-Planejei tudo muito bem. Não pode haver duvidas, não pode ter recusa da minha parte, não tem mas volta, estou pronto pra me atirar. Não posso ter medo, No fundo eu sempre tive medo. Só que dessa vez não posso deixá-lo no controle. Eu não sei voar. Mas tanto faz se eu fechar os olhos bem forte, consigo imaginar que posso.
Seu coração acelera. Seus olhos se contraem. A mão aperta. O corpo transpira.
-Então este é o ponto que minha vida se encontra, em ponto nenhum. Acho que isso aqui e o meu maior momento.
-vamos pernas " Para o alto e avante". Ou seria " Para o alto e pra baixo".

Ele ri de tudo isso, e no mesmo instante sente uma leve brisa bater em seu rosto que começa a esfriar, abre os braços e joga seu corpo pra cima, enquanto ele caia pra baixo ri como se fosse capaz de voar. O vento bater em sua cara, bem rápido. Ele fecha os olhos e tenta ver alguma lembrança, algum momento, entretanto não vê nada, sua vida não passa diante dos seus olhos.

Pablo Roberto

sábado, 19 de abril de 2014

Me desculpe mas estou odiando a sensação, então se não for pedir muito poderia me desligar?

 
Eu não sei o que te falar. Só sei que não aguento mais,
então  me puxe da tomada
 é isso mesmo, me desliguei. antes que eu entre em curto-circuito. Mas tem que ser de dentro pra fora, quero que desligue minha mente contaminada por esta essência fétida, cale minha boca que insiste em dizer piadas infames do dia anterior. Me desligue antes que a gente passasse a se detestar. Deixa para depois as questões filosóficas, e me desliga antes que a gente se odeie. Preciso que me desligue, só me religue quando eu me achar. Até lá me desligue, mas antes coloque uma música, inebriante e visceral, aumente o som e me aconpanhe em uma última dança até nossos pés sangrarem.
 
 
 
Pablo Roberto

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Tudo se confunde nesse universo virtual.

Quando ele menos esperar, ela chegara na sua vida e mudara todos os seus planos. Mesmo sabendo que ela não o ama, ele pretende correr esse risco, pois tem medo de ficar sozinho. Ele já sabe que não conseguirá escapar dela, pois ela tomou posse da sua mente por tempo indeterminado. Ela e do tipo que gosta de passar as noite enfrente a tela fria do computador, e ele a acompanha do outro lado do monitor, enquanto a madrugada passa lentamente. Ela o leva a destinos de alegria e dor revirando sentimentos reais através de um monitor. E sem que ele perceba ela passa a ser sua válvula de escape e companheira das madrugadas. Ele já conhece tanto ela por dentro que pouco se importa com distância, o que importa é a essência dela que já lê foi apresentado. Ele já está tão envolvido que acaba baixando a guarda e esperando que o computador não quebre ou que não falte luz!
Mas quando ele trocar o aconchego real pelo sorriso surreal, ela sumirá, por alguns minutos, oras, dias, semanas, meses, anos..... e ele ira sentir uma saudade imensa de tudo que não viveu ao lado dela. Ira passar as noite em frente à tela do monitor esperando que ela finalmente apareça, com seus versos escritos pelo frio aparelho que vicia, enlouquece, aproxima, afasta e mostrando os sentimentos de cada um, ele só quer que o virtual tenha uma chance de se tornar real.

Pablo roberto

quarta-feira, 19 de março de 2014

Minha vida se transformou num enorme cobertor de adiamentos, no qual o frio aproveita para me cobrir até o pescoço.


Acordar de manhã de uns tempos pra cá, tem sido uma tarefa extremamente difícil, menos pelo frio e mais pelo sacrifício de desgrudar os meus pés da cama. O objetivo e sair de casa, mas minhas pernas pensam mais além... Elas devem querer saber quando irão voltar para a cama e, o principal, como voltaram (tenho um par de pernas intuitivas!). Minha dificuldade em levantar e tanta, que chego a ter a impressão de ver minha cama correndo atrás de mim, me chamando de idiota, falando que eu não encontrarei lugar melhor no mundo do que ela. Dizendo que não vale a pena levantar, já que me sinto tão vazio de tudo, e tão cheio de nada. Olho para o chão de cima da cama é dou conta do abismo que existe entre minha cama e o chão. Talvez a cama esteja certa. Talvez o meu corpo acumule menos cicatrizes se eu fincar rosto nessa cama de uma vez, deve ser mais seguro do que tentar marchar com os pés até  esse chão frio. Não e melhor eu descer?! Ou ficar¿ descer? Ficar¿ descer! Ficar¡ Tudo bem, eu desço! "PERNAS PAREM DE TREMER", Olho para baixo e vejo o quanto as coisas aqui em cima são diferentes, fora deste quarto tudo parece tão fora de contexto, que penso que hoje deveria ser um dia de chuva, assim poderia permanece seco e quentinho de baixo do meu coberto. Amanhã eu acordo, animado, excitado, eufórico, indisposto¿?
  
PABLO ROBERTO

quarta-feira, 12 de março de 2014

Tenho a alma cansada. Sou alguém que pensa, respira e sufoca..

Enquanto você dormia. meus ossos doíam a medida que cresciam. meus cabelos cresceram e as pontas ficaram duplas. Enquanto você dormia, fingi que dormia, para não acordar-te fiquei Imóvel devagar, pensando no que lê diria quando o dia teima-se em chegar. Enquanto você dormia voltei meus olhos para você que estava com a cabeça envolta em um travesseiro macio. Eu mudei diante dos seus olhos, mas você não viu, não ouviu, não sentiu. Você quis simplesmente dormir enquanto eu ia pra cama com a cabeça e o corpo cheio de idéias. Enquanto você dormia voltou a chover, e eu voltei a escrever.


PABLO ROBERTO

quinta-feira, 6 de março de 2014

Eu só quero que você entenda que eu não gosto quando você vai embora.

Nos conhecemos mas não queríamos nos envolver, foi a primeira coisa que falamos quando começamos a nos conhecer.
Quando ela me perguntou o que eu pensava sobre o amor, falei que tinha medo pois ele era destruidor.
Até o momento em que concordamos em nos dar um ao outro sem a necessidade de um “eu te amo”, mas isso foi algo que não podíamos prever. Depois de algumas semanas estávamos cada vez mais e mais próximos. Decidimos nos ter, até quando deixássemos de nos querer, e fomos deixando acontecer. Algumas coisas que antes nem fazíamos questão pouco a pouco foram ocupando nossos pensamentos.
Pensamos que acabaríamos daqui a um mês, dois ou três e já estamos juntos a mais de seis. já estamos acostumou com o corpo um do outro. Já sabemos onde tocar, o que falar e o que não precisa de permissão. Já sabemos de que lado os dois dormem, e como acordamos pela manhã. Não queremos ser como os outros casais.
Nunca pensei que me interessaria por alguém da noite pro dia, mas aconteceu. E mesmo se não ficarmos juntos o quanto pretendemos, ficaremos juntos enquanto pudermos ficar. Pois e o seu beijo antes de partir, que me faz deseja o seu beijo depois de chegar. Ser apenas amigos não vai dar, quero continuar sendo mais do que isso. Ela e improvável, impulsiva, indomável e sem avisos prévios temos uma discussão, e ela vai embora por aquela porta, tudo o que posso esperar e que decida retornar por si própria. Ela desliga o celular não quer mais me falar como esta
meia hora depois me telefona e diz:
Ela: Estou chegando ai. 
Dou uma arrumada no cabelo, visto algo decente e demoro uns minutos em frente ao espelho, penso em fazer a barba ate lembra que ela me acha atraente com ela.
Saio as presas e vou em direção ao seu caminho, a vejo de longe e pensamentos começam a me perturbar.
Pode ser que tudo acabe de repente, ou que quer dar outra chance pra gente. Pode ser que de repente alguma coisa mude dentro dela.
Fico maluco com aquela situação, só o que vem em minha cabeça e:
O que fazer agora? Nada. Nada. Nada?

Ela se aproxima, recua um pouco, se aproxima  novamente.
Eu: Vai realmente embora?
Ela: Você me deixa outra opção?.
Eu: Vamos conversar antes.
Ela: Nós vamos ficar a noite toda nesse bate bola?
Ele: Porque você tem que ser tão teimosa?
Ela: E porque você tem que ser tão idiota?
Eu: Porque você e tão idiota quanto!
Ela recua novamente, esticou os braço e a aperto entre meus braços, e a dou um beijo.....



Pablo Roberto

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Quando enlouquecer, quando deitar-se ao chão e cravar as unhas na terra, quem saberá?

Ela revira a gaveta e encontra uma folha amassada já bem amarelada e em cada letra um reflexo, em cada reflexo um pouco de si mesma, um pouco daquilo que ela foi. Ela se comove com algumas linhas comparando à sua própria realidade, e lê vem certos pensamentos, de certos momentos, de certos choros, de certos desentendimentos, que a faz querer mudar de vida, renovar seu espírito, esquecer tudo. Mas não sabia por onde começar, até que começou por ignorar o maldito celular que teimava em toca. Olhou a cama recheada com prazeres, sonhos, desejos, planos, vontades, afeto. E em um piscar de olhos, tudo havia desaparecimento.
Ela só queria saber porquê uma garota tão sonhadora como ela tinha se tornar aquilo, olhou para o quarto vazio cerrou os punhos e esmurrou a cama em um cenário que se modificava. Aquela maldita culpa que fazia círculos por todo aquele quarto, foi o necessário para ela pega a mochila e as chaves da casa, bater a porta do apartamento vazio e ir pra rua, na esperança de não volta tão cedo. Foi até a parada e pegou um ônibus, para onde ia não tinha importância, só queria ir pra longe. O ônibus balançava e sua cabeça doía, como sempre dói quando anda de ônibus. La estava ela calada, quieta, sozinha de mãos atadas, não era dor, mas sim ódio, um ódio que mantinha seu coração frenético dentro do peito. Em pânico, desceu do ônibus caminhou ate um prédio em construção. Subiu as escadas até para de pé no limite entre o chão e o terraço, se viu de encontro à vinte e três andares abaixo. Tentou mover as pernas e não conseguiu, sentiu um gosto salgado nos lábios, notou que chovia por suas pálpebras inchadas,
mas logo estas lagrimas foram postas de lado devido ao frio, que a congelou dos pés a cabeça fazendo da sua noite, uma noite ruim. Sua visão foi escurecendo ao mesmo tempo que pensamentos invadiam sua cabeça. A escuridão e as estrelas trouxeram um pouco de alívio. Falso e passageiro. As vozes voltaram a gritar dentro de sua cabeça.
Ela: O que estava acontecendo? O que farei agora? 
Vai lá menina, saia correndo se assim você quiser. Essa noite não foi das melhore, mas todo mundo tem seus dias em que algo sai do eixo.
Ainda em pé na penumbra do terraço. Fechou os olhos respirou fundo e pulou... implorando que o vento a levasse para um lugar melhor. Seja lá onde fosse, que a levasse. A brisa veio forte e gentil.


Pablo Roberto

Já me acostumei? já me acomodei? será que eu desisti? Não sou capaz de esquecer?

Muda é sempre tão difícil, ter que recomeçar do zero, ter  que provar pra si mesmo que você é capaz. Eu já fui uma pessoa cheia de ansiedade em fazer acontecer. Mas com o tempo, passei a ter medo de mudar "E é horrível ter que admitir isso", mas preciso fazer mudanças em vários aspectos.
Eu sei que tenho a opção de continuar aqui, parado, mas não quero mas viver desse jeito. Não quero ter que perder tudo pra ver que precisava mudar (Como se eu tivesse algo).
"O que eu estou esperando? Um sinal, uma indicação do que fazer, uma nova rota?" E agora? (Um psicólogo por favor!) Tenho a sensação de que não vivi nada. É como se eu tivesse passado os meus 20 anos em coma e só tivesse acordado agora. O que é isso? Eu sou enrolado de mas, penso, repenso, questiono, penso de novo, e quando acho que me decidi, mudo.
A vida sempre me causa surpresa, e algumas vezes (sempre) planejo muito, sempre tive somente um plano A, em minha vida, só que isso já me causou muitas decepções, e percebi que terei que ter um plano B, um C, D, E... e mas algumas letras do alfabeto.

plano:(A) Não deixar de viver por mim, para viver pelos outros!
Não posso mais viver sem mim!!! Vou viver pra mim, ou pelo menos pela primeira vez vou procura viver pra mim, me enganei sobre muitas pessoas, me enganei sobre eu mesmo.
plano:(B)não me machucar!
Passei tanto tempo querendo não me machucar que acabei me machucando mas ainda, O passado é esquecido, as dores cicatrizadas, mas as marcas não, e quando olhá-las quero lembrar de tudo isso como experiencia para não serem repetidas no futuro.
plano:(c) Para de reclamar!
A vida nunca é fácil pra ninguém por que comigo seria diferente.
plano:(D) Conhecer coisas novas!
Quero recomeçar, fazer tudo diferente pelo menos uma vez quero experimentar coisas novas, ter histórias pra contar quando eu envelhecer.
plano:(E)Amadurecer!
Quero achar minha área profissional, quero estudar mais, menos internet e mais leitura, quero mais oportunidades pra mostrar que eu sou bom e dou conta do recado, quero abraçar todas as boas oportunidades que aparecerem pra mim.


Pablo Roberto

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

•(-)• E a infância sempre se perde entre o "era uma vez" e o "nunca mais" •(-)•

Quando olho para trás vejo que acumulei experiências que não poderão ser repetidas. Vejo que a vida não é aquilo que imaginava quando era pequeno. Quando pequeno não precisava me preocupava em saber qual seria a minha profissão, não precisava me preocupava com as minhas opções, com os meus erros, tudo era fácil porquê não tinha ambições, não pensava em tomar decisões certas ou erradas, nem imaginava que estas iriam influenciar tanto meu modo de ver a vida. Quando eu era pequeno, a minha maior esperança era ganhar o brinquedo que eu  tanto queria. O único problema era ter que acordar cedo e ir andando até a escola, não me preocupava com nada só tinha umas coisas bobas que me intrigavam, que era se eu realmente tinha nascido de um pé de alface ou não; que se eu engolisse chiclete minhas tripas iam colar;  Que se eu encontrasse o final do arco-iris acharia um pote de ouro... Que debaixo da minha cama aviam monstros que puxariam meu pé no escuro; Eu sempre confundia acerola com pimenta...... nunca imaginei que crescer seria tão chato, que crescer implicaria perder a melhor parte de mim. O tempo passou mas não quero deixar de sorrir, não quero pensar no fim. não quero perder o brilho dos olhos. Não quero que o tempo volte... Mas também não quero que aquele garoto bobão e sonhador fique pra trás, ele não será esquecido.... Não e minha intenção mudar quem sou, só quero colocar em pratica tudo que vivi até aqui sem perder minha essência.  
E para finaliza aqui vai uma fotozinha minha de eu quando era criança ("Era?") eu sempre fui..


Pablo Roberto

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

me deitei sozinho nessa cama fria, que se mantem em silêncio e vazia.

Agora tô aqui deitado, sozinho no meu quarto, "escuro (dramático eu nê?).sentindo a tua falta na minha cama. Porque não veio dormir comigo esta noite? Não vê que preciso de ti aqui? Não vê que as noites são mais frias sem você? Por que não estas aqui para dá-me um beijo de boa noite? Cade você pra pega na minha mão e coloca-la na sua perna,? Cade você para eu colocar minha mão por dentro da sua camisola, e fazendo festinhas na tua barriga? Minha pele precisa entra em contacto com a tua, antes de me perder para o mundo dos sonhos sonhos. Eu estou aqui te pedindo um um beijo, mas não não estas aqui! Está na hora de beijar-te e adormecer, já são três horas da manhã. Mas onde estas você?

 Pablo Roberto

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

escreve, escreve, escreve, escreve, escreve, escreve?

Tenho defeitos absurdos e manias esquisitas, sou só mais um sem noção, que escreve coisas sem muito sentido, mas é assim mesmo que me entendo. E nem que sejam só palavras vazias, sem pé nem cabeça vou continuar passando elas pra cá.(Devo admitir que é um sentimento ótimo, todo mundo deveria sentir!) Não me preocupo com regras gramaticais, (erros ortográficos são o que não falta neste blog)..... Se não gosta, se acha tudo tão mal escrito, por que continua lendo? Não tenho a noção exata de quantas pessoas entram nesse meu blog. No WordPress, da pra ver as estatísticas, que ajudam a descobrir um pouco mais sobre isso. E muito gratificante poder ler os comentários e saber o que as pessoas pensam.
Uma coisa que me faz pensar se alguém lê isso aqui e que, nem todo mundo que entra e lê, comenta. A maioria nem comenta, (alguém tem a paciência de me ler até o final?), tenho uns três leitores que sempre entram no blog leem os textos e de tempos em tempos dizem alguns comentário sobre o blog.
Continuo escrevendo, mas as palavras estão fugindo. Ok, ok... Eu já perdi inúmeras noites de sono, mas as coisas ficam mais claras quando escrevo... Escrever me acalma. As palavras fogem quando mais quero me expressar. Alias, nem é sempre, só nas horas que mais preciso me expressar. Isso me tira do serio, agora por exemplo, as palavras fugiram de mim...... Já até escrevi uma vez sobre algo assim.
Será que vou conseguir fazer outro texto? Poxa, será que tenho capacidade de escrever outros texto?
Acho que estou cansado de pensar.  Queria deixar a mente leve e um pouco vazia. Às vezes eu queria ter poder suficiente pra me fazer parar de escrever alguns pensamentos, que eu acho que só se passam pela minha cabeça. [ou não]. Agora, indo um pouco mais a fundo, esse sou eu em pouca carne e puro osso:

Pablo Roberto

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Ela chegou partindo

Ela chegou como quem nunca tivesse saído,
silenciosa e discreta como ela sempre foi beijou minha boca e simplesmente desapareceu sem que eu notasse.
Ela foi a procura de uma eterna felicidades, e acabou em uma medrosa solidão.
Ela foi a procura de uma vida intensamente vivida, mas continuou vivendo numa lembrança.
Ela quis viver na realidade e acabou em um conflito de sonhos. 
Ela foi a procura da juventude que achou que lê pertencia,
não achou e vive na ansiedade de uma velhice de recordações.
Eu tentei avisa_la, e agora o tempo passou. 
O tempo passou em uma continuidade de tempo,
num ir e vir que se múltipla e fica.
Por onde ela andará agora?


Pablo roberto 

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Nascemos sós. Morremos sós.

Relacionamento não e complicado, nos que complicamos, com aquela ideia ridícula de que tem que ser pra sempre, nada e pra sempre tudo tem começo, meio e fim. Como tudo na vida. nê?
E por causa desses pensamento que tudo vai a merda.
Não existe esta coisa de ter alguém prefeito, muitas vezes você vai ter raiva, ciúmes, frustração.
Mas faz parte.
Vai rola da pessoa não querer sua companhia e ir em bora mais, não force a barra.
Se ela "REALMENTE" gostar de você, ela volta, (pra mim foi uma dificuldade aprender isso).
O legal é alguém está com você por você. E vice versa.
Se você se entregar de vez vai correr um risco enorme. (Mas como conquistar algo sem se ariscar?)
É bem mas fácil fugiu de um relacionamento do que ficar, pois ficando você terá compromissos, e eu sei por experiência própria que compromissos não combinam com todo mundo... Se não quer se envolver, Se não quer compromissos, "não namore".
Tenha sempre em mente que, num relacionamento as coisas nunca saem como você quer.
Nunca se iluda achando que a pessoa e seu tudo por que não e , e nunca se prenda a ela.
(Pra que se prender uns aos outros?)
Isso da a impressão de que somos propriedades.
Quando a pessoa não tem a capacidade de amar a si mesmos, ela só vai atrair pessoas erradas na sua vida que, eventualmente irão acabar com qualquer resquício de dignidade que ainda tem nela.
E tipo aquela pessoa que sai de um relacionamento para o outro.

Pablo Roberto 

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Não importa aonde estamos ou o que estamos fazendo, estamos em algum lugar, estamos em algum momento.


Tem dias em que paro para olhar o céu e me pergunto sem tem risco
de eu ficar louco. Sera que corro algum risco de ficar louco?
Algumas vezes me pego pensando esta vivendo em um teatro, e são nesses raros momentos de absoluta lucidez onde percebo que minha realidade se tornou eu distúrbio racional.
É já não tenho qualquer controle sobre minha mente, tudo na minha cabeça esta cada vez mais e mais difuso e sem nexo, perco  o rumo e o sentido.
Me pergunto o quanto deixei de brincar, de rir, de chorar,
o quanto deixei de viver.
Estou me acostumando a viver nessa mesmice, essa falsa liberdade esta me prendendo, preciso me reerguer, Preciso parar de me iludir, preciso para de achar que comigo será diferente, talvez eu seja uma pessoa comum, e como todas as outras pessoas comuns eu só esteja com medos comuns e aspirações comuns.

Pablo Roberto